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Audio, Speech, Music & TTS Model Datasheet v3.0

Áudio generativo não é uma única família. A variável decisiva é como a onda foi comprimida/representada antes da geração.

1. Três grandes pipelines

A. Codec-token autoregression

\[ waveform\rightarrow codec\ tokens\rightarrow LM\rightarrow codec\ decoder\rightarrow waveform \]

B. Latent diffusion/flow

\[ waveform\rightarrow AE\ latent\rightarrow diffusion/flow\rightarrow decoder\rightarrow waveform \]

C. TTS/voice systems

\[ text+speaker/style\rightarrow linguistic/acoustic\ representation\rightarrow acoustic\ decoder/vocoder \]

Voice conversion adiciona outra classe:

\[ source\ speech\rightarrow content/prosody\rightarrow target\ timbre \]

Não confundir TTS com VC.


PARTE I — REPRESENTAÇÃO

2. Waveform

\[ x\in\mathbb{R}^{channels\times samples} \]

Para sample rate \(f_s\) e duração \(D\):

\[ N_{samples}=f_sD \]

44.1 kHz stereo por 60 s:

\[ 44,100\cdot60\cdot2\approx5.29\text{ milhões de samples} \]

Gerar diretamente nesse comprimento é caro; por isso codecs/autoencoders comprimem o tempo.


3. Codec tokens

Frame rate do codec:

\[ r_c=\frac{frames}{second} \]

Com \(K\) codebooks, cada um emitindo um código por frame do codec:

\[ codes/sec\approx r_cK \]

Duração:

\[ N_{codes}\approx D\,r_cK \]

Isso conta índices de código em todos os codebooks, não necessariamente o comprimento da sequência autoregressiva \(L_{AR}\). Flattening serial dá \(L_{AR}\approx N_{codes}\); padrões paralelos/com atraso podem, em vez disso, dar:

\[ L_{AR}\approx D\,r_c+\Delta \]

onde \(\Delta\) é o atraso do padrão em posições autoregressivas. MusicGen, por exemplo, usa quatro codebooks de 50 Hz, mas aproximadamente 50 steps autoregressivos por segundo com um delay pattern. O comprimento de KV/atenção segue a organização da sequência do backbone, não automaticamente a contagem total de códigos.


4. Semantic vs acoustic tokens

Um codec pode priorizar:

  • conteúdo semântico;
  • timbre/prosódia;
  • reconstrução acústica detalhada;
  • baixa bitrate/streaming.

Múltiplos codebooks podem decompor informação em camadas discretas.

Qwen3-TTS em 2026 exemplifica dois regimes: tokenizer 25 Hz single-codebook com foco semântico e tokenizer 12.5 Hz multi-codebook para bitrate/latência muito baixos.


5. Continuous audio latents

Autoencoder:

\[ Z=E(x),\qquad \hat x=D(Z) \]

Latent rate:

\[ r_l=\frac{N_{latent\ frames}}{D} \]

Stable Audio 3 usa um semantic-acoustic autoencoder para reduzir fortemente o comprimento antes da geração.


PARTE II — MUSIC/AUDIO AUTOREGRESSIVE

6. Próximo token de áudio

\[ p(a_{1:T}\mid C)=\prod_tp(a_t\mid a_{\lt t},C) \]

Aplicam-se:

  • temperature;
  • top-k/top-p;
  • repetition behavior;
  • KV/context limits.

Caveat

Top-K não “corta frequências”. Ele corta tokens discretos do codec/vocabulário.


7. Duration

Para um gerador autoregressivo sobre códigos do codec, a quantidade de passos sequenciais de predição acompanha o comprimento da sequência do backbone:

\[ N_{AR}\approx L_{AR} \]

Compute por step não precisa ser constante. Para \(L\) camadas de largura \(d\), FFN de largura proporcional a \(d\), prefixo de condicionamento fixo e atenção causal plena com KV cache, o trabalho de atenção/FFN escala como:

\[ C_{AR}=O\!\left(L\left(L_{AR}d^2+L_{AR}^2d\right)\right) \]

Cada nova query ainda atende ao prefixo crescente; o cache evita recalcular keys/values anteriores, não o trabalho total quadrático de atenção. Compute linear no comprimento exige janela de atenção fixa, arquitetura apropriada ou aproximação explícita de custo constante por step. KV/cache também cresce com o comprimento em um Transformer causal convencional de atenção plena.


PARTE III — LATENT DIFFUSION/FLOW

8. Diffusion

\[ z_t=\alpha_tz_0+\sigma_t\epsilon \]

Rede prevê noise/velocity/clean latent.

Flow

\[ \frac{dz_t}{dt}=v_\theta(z_t,t,C) \]

Mesmos conceitos de:

  • steps;
  • schedule;
  • solver;
  • CFG;
  • seed.

Mas agora o eixo espacial é tempo/feature channels.


9. Variable-length generation

Modelos modernos podem evitar gerar sempre uma janela fixa máxima.

Custo depende do comprimento latente:

\[ N_l\propto duration \]

Se houver attention global:

\[ C_{attn}\sim O(N_l^2) \]

Logo “VRAM cresce linearmente com duração” é apenas parcialmente verdadeiro: estado pode crescer linearmente enquanto attention compute/activations podem crescer superlinearmente.


PARTE IV — TTS

10. TTS decomposed

\[ Text\rightarrow semantic/linguistic\ units\rightarrow acoustic\ representation\rightarrow waveform \]

Conditioning adicional:

\[ C=\{speaker,style,language,prosody,reference\} \]

11. Speaker similarity

Não existe um knob universal chamado “Similarity Boost”. É uma abstração de determinados produtos.

O mecanismo real pode envolver:

  • speaker embedding;
  • reference encoder;
  • prompt audio tokens;
  • latent conditioning.

Aderência à voz depende da distância/compatibilidade no espaço de speaker representation, training distribution e qualidade da referência.


12. Stability

Também não é variável matemática universal. Pode mapear para:

  • sampling entropy;
  • style/prosody variance;
  • deterministic paths;
  • vendor-specific interpolation.

Classificar Stability como UI até conhecer sua implementação.


13. Prosody

Prosódia contém:

  • F0/pitch;
  • duration/rhythm;
  • energy;
  • pauses;
  • emphasis.

Voice cloning de timbre e transferência de prosódia são problemas diferentes.


PARTE V — SPEECH-TO-SPEECH / VOICE CONVERSION

14. VC

Objetivo idealizado:

\[ y=D(content(x),prosody(x),speaker_{target}) \]

RVC-like systems pertencem aqui.

XTTS-like systems são primariamente TTS/voice cloning, mesmo quando usados em workflows que preservam parte de estilo via referência.


PARTE VI — STREAMING

15. First packet latency

Para TTS interativo:

\[ Latency_{perceived}\approx T_{first\ audio\ packet} \]

Não é igual ao tempo total de síntese.

Arquiteturas causal/blockwise permitem iniciar playback antes da geração completa.

Qwen3-TTS reporta arquitetura dual-track e decoders preparados para streaming, ilustrando essa separação.


PARTE VII — CONDITIONING

16. Text prompt

Música/SFX:

\[ C_{text}=Encoder(description) \]

Audio prompt/reference

\[ C_{audio}=E_{ref}(waveform) \]

Pode controlar:

  • melody;
  • rhythm;
  • timbre;
  • continuation;
  • structure.

O mecanismo depende do modelo; “assobiar e trocar instrumento” não é uma propriedade universal.


PARTE VIII — EDITING

17. Audio inpainting

Mask temporal \(M\):

\[ z'=M\odot z_{generated}+(1-M)\odot z_{reference} \]

Permite substituir intervalo mantendo contexto anterior/posterior.

Continuation

Conditioning no prefixo:

\[ p(audio_{future}\mid audio_{past},C) \]

ou processo flow/diffusion parcialmente condicionado.


PARTE IX — GUIDANCE E SAMPLING

18. Autoregressive

Usar sampling de tokens.

19. Diffusion/flow

Usar solver/schedule/guidance.

Regra de ouro

Não misturar controles de famílias diferentes apenas porque aparecem na mesma UI.

Top-K só faz sentido se há distribuição discreta sendo amostrada naquele estágio.

Steps só faz sentido se há trajetória iterativa naquele estágio.


PARTE X — QUALITY OBSERVABLES

20. Métricas

Speech

  • WER/CER;
  • speaker similarity embedding;
  • MOS/preference;
  • latency;
  • prosody metrics.

Music/audio

  • CLAP-like alignment;
  • spectral distance;
  • FAD-like metrics;
  • human preference;
  • structural repetition;
  • beat/key consistency.

Nenhuma métrica substitui avaliação auditiva para todos os objetivos.


PARTE XI — COUPLING MATRIX

Tendências qualitativas dentro de um regime de operação adequado; as setas não são garantias de monotonicidade. Efeitos do bitrate dependem do quantizador e da organização da sequência do gerador.

Controle ↑ Diversity Prompt adherence Compute Voice identity
AR temperature ↑ pode ↓ ~ pode ↓
diffusion steps ~ pode ↑ até plateau ↑ —
CFG ↓ ↑ até regime útil ↑ depende
duration — — ↑ drift risk ↑
reference strength ↓ — varia ↑
codec bitrate reconstruction pode ↑ — depende do codec/LM potencial ↑

PARTE XII — FAILURE DIAGNOSTICS

Sintoma Investigar
voz muda ao longo do texto speaker conditioning/context/streaming state
palavras erradas linguistic model/tokenizer
metálico/phasey codec/vocoder/flow guidance
música entra em loop AR sampling/context/model prior
artefato em edição mask boundaries/latent codec
muita VRAM em duração longa latent/token length/attention

21. Snapshot 2026

  • Qwen3-TTS: dual-track LM, codecs de 25 Hz e 12.5 Hz, streaming e blockwise DiT/causal decoding conforme variante.
  • Stable Audio 3: semantic-acoustic autoencoder + latent diffusion; variable-length generation, inpainting e adversarial post-training para menos inference steps.

Referências

  • Qwen3-TTS — https://arxiv.org/abs/2601.15621
  • Stable Audio 3 — https://arxiv.org/abs/2605.17991

PARTE XIII — AUTOMATIC SPEECH RECOGNITION (ASR)

TTS não é simplesmente invertido para virar ASR. O problema inverso possui alinhamento latente, ruído acústico, múltiplos falantes, endpointing e uma função-objetivo diferente.

Relacionados: 10_MULTIMODAL_VLM_OMNI_DATASHEET, 09_LOCAL_AI_INFERENCE_RUNTIME_DATASHEET.

22. Pipeline acústico clássico/moderno

\[ waveform \rightarrow frontend/encoder \rightarrow H_{speech} \rightarrow recognition\ head/decoder \rightarrow text \]

Frontend pode usar:

  • log-Mel spectrogram;
  • learned convolutional frontend;
  • speech tokenizer/codec;
  • pretrained speech encoder.

23. STFT

Para janela \(w[n]\):

\[ X(m,k)=\sum_n x[n]w[n-mR]e^{-j2\pi kn/N} \]

onde \(R\) é hop size.

A STFT cria representação tempo-frequência.


24. Mel filterbank

Frequência Hz é mapeada aproximadamente para escala perceptual Mel:

\[ m=2595\log_{10}\left(1+\frac{f}{700}\right) \]

Log-Mel:

\[ F=\log(Mel(|STFT(x)|^2)+\epsilon) \]

Muitos ASRs modernos ainda começam com algo equivalente a isso, mesmo quando backbone é Transformer/Conformer.


25. Acoustic frame rate

Se hop \(R\) samples e sample rate \(f_s\):

\[ r_f=\frac{f_s}{R} \]

frames/s.

Áudio de duração \(D\):

\[ T_f\approx D\,r_f \]

Long-form speech portanto explode sequence length antes de qualquer LLM.


26. Conformer

Combina attention global/contextual com convolução local:

\[ H' =H+\frac12FFN(H) \]
\[ H''=H'+MHSA(H') \]
\[ H'''=H''+Conv(H'') \]
\[ Y=LayerNorm(H'''+\frac12FFN(H''')) \]

A ideia: speech possui dependências globais e padrões locais fortes.


PARTE XIV — CTC

27. Connectionist Temporal Classification

Problema: frames acústicos \(T\) não vêm alinhados token a token com transcript \(Y\).

CTC introduz paths \(\pi\) sobre vocabulário + blank.

Collapse operator \(B\):

  • remove repetições consecutivas;
  • remove blanks.

Probabilidade:

\[ P(Y|X) = \sum_{\pi\in B^{-1}(Y)}P(\pi|X) \]

28. CTC conditional independence

Forma básica assume frames independentes condicionados ao encoder:

\[ P(\pi|X)=\prod_tP(\pi_t|H_t) \]

Isso facilita decode/alignment, mas limita modeling de dependências entre output tokens.

Language model externo pode ser combinado no beam.


29. CTC blank

Blank \(\varnothing\) representa “nenhum novo token”.

Exemplo paths:

-- h h - e - l - l - o --

collapse:

hello

Esse mecanismo resolve diferença entre acoustic frame rate e token rate.


PARTE XV — RNN-T / TRANSDUCER

30. Componentes

Encoder acústico:

\[ h_t=Encoder(X)_t \]

Prediction network sobre output anterior:

\[ g_u=Pred(y_{\lt u}) \]

Joint network:

\[ z_{t,u}=Joint(h_t,g_u) \]
\[ P(k\mid t,u)=[softmax(z_{t,u})]_k \]

Isso modela simultaneamente tempo acústico e prefixo textual.


31. Streaming advantage

Transducer pode operar incrementalmente sem esperar áudio completo.

Latência depende de:

\[ T_{chunk}+T_{lookahead}+T_{encoder}+T_{decode} \]

Não medir apenas RTF total.


PARTE XVI — SEQ2SEQ / SPEECH-LLM ASR

32. Encoder–decoder

\[ H=Encoder(audio) \]
\[ P(y_{1:U}|H)=\prod_uP(y_u|y_{\lt u},H) \]

Whisper-like topology é exemplo clássico.

ASR moderno também pode reutilizar um multimodal/omni backbone e gerar transcript via LM head.


33. Audio compression before LLM

Se speech encoder produz \(T_a\) states e LLM context é caro:

\[ T_a\downarrow \]

vira objetivo crítico.

Técnicas:

  • strided convolution;
  • pooling;
  • resampler;
  • summary tokens;
  • KV compression.

Speech-XL 2026 explora summarization tokens para condensar long-form speech em KV state reduzido.


PARTE XVII — FORCED ALIGNMENT

34. O problema

Dado transcript conhecido \(Y\) e áudio \(X\):

\[ Align(X,Y)\rightarrow\{(token_i,t_{start},t_{end})\} \]

Não é a mesma tarefa que ASR: conteúdo textual já é conhecido.


35. Alignment error

Para timestamp verdadeiro \(t_i\) e estimado \(\hat t_i\):

\[ e_i=|t_i-\hat t_i| \]

Métricas podem usar mean/median/p95.

Qwen3-ForcedAligner 2026 é exemplo de timestamp predictor não autoregressivo baseado em foundation model.


PARTE XVIII — VAD / ENDPOINTING / DIARIZATION

36. Voice Activity Detection

\[ P(speech|frame_t) \]

Threshold + hangover rules definem segmentos.

Endpoint latency:

\[ T_{endpoint}\approx SilenceThreshold+Processing \]

Um ASR perfeito com endpointing ruim parece “lento”.


37. Speaker diarization

Pergunta:

quem falou quando?

Output:

\[ \{(speaker_i,t_s,t_e)\} \]

Pipeline pode usar:

  • VAD;
  • speaker embeddings;
  • clustering;
  • overlap detection.

Diarization error não é WER.


PARTE XIX — SPEECH UNDERSTANDING

38. Speech contém mais que texto

Dimensões conceituais da fala (a soma é esquemática, não uma decomposição linear do waveform em sinais independentes):

\[ Speech= Linguistic +Speaker +Prosody +Emotion +AcousticScene +NonSpeechEvents \]

ASR extrai principalmente linguistic content.

Speech understanding moderno tenta preservar múltiplas dimensões.


39. Paralinguistic attributes

Possíveis alvos:

  • emotion;
  • age/style-like acoustic attributes;
  • speaking rate;
  • hesitation;
  • emphasis;
  • turn-taking cues.

O transcript pode ser idêntico enquanto esses estados mudam.

Logo:

\[ Transcript\not\equiv Speech\ Understanding \]

40. Audio event understanding

Input pode conter:

  • siren;
  • machinery;
  • dog bark;
  • music;
  • background speech.

Modelos audio-language expandem:

\[ Audio\rightarrow Semantic\ reasoning \]

além de:

\[ Speech\rightarrow Text \]

PARTE XX — STREAMING ECONOMICS

41. Real-Time Factor

\[ RTF=\frac{processing\ time}{audio\ duration} \]
\[ RTF\lt1 \]

significa faster-than-real-time para processamento batch/offline.

Mas streaming UX depende também de latency.


42. Time To First Transcript / partial

\[ TTFT_{speech} \]

é tempo até primeiro resultado útil.

Um sistema pode ter ótimo RTF e péssima first-partial latency.


43. Chunk size trade-off

Chunk \(C\):

\[ C\uparrow \Rightarrow Context\uparrow, Latency\uparrow \]

Chunk pequeno reduz latência, mas pode prejudicar phonetic/contextual accuracy e aumentar overhead.


PARTE XXI — ASR METRICS

44. Word Error Rate

\[ WER=\frac{S+D+I}{N} \]
  • S: substitutions;
  • D: deletions;
  • I: insertions;
  • N: words de referência.

WER pode exceder 100%.


45. Character Error Rate

\[ CER=\frac{S_c+D_c+I_c}{N_c} \]

Útil para idiomas/outputs onde tokenização por palavra é menos estável.


46. WER não mede tudo

Também medir:

  • punctuation;
  • casing;
  • timestamps;
  • named entities;
  • numbers;
  • language ID;
  • diarization;
  • streaming latency;
  • robustness a noise/music/accent.

Dois ASRs com mesmo WER podem ter UX radicalmente diferente.


PARTE XXII — SNAPSHOT 2026

Qwen3-ASR

A família 2026 inclui:

  • 0.6B / 1.7B;
  • language ID + ASR;
  • 52 idiomas/dialetos;
  • forte eficiência;
  • forced aligner não autoregressivo separado.

O ponto arquitetural é a convergência de speech recognition especializado com representações herdadas de omni foundation models.

Speech-XL

Speech-XL exemplifica compressão aprendida do estado acústico como abordagem para fala longa, em vez de depender apenas de um contexto não comprimido maior.

Fine-grained speech understanding

Benchmarks 2026 mostram que bom ASR ainda não implica percepção fina de prosódia, cena acústica e sinais paralinguísticos.


PARTE XXIII — CHECKLIST AUDIO COMPLETO

Ao dissecar qualquer modelo de áudio/speech, identificar:

  1. Waveform, spectrogram, codec tokens ou continuous latent?
  2. Qual frame/token rate?
  3. Tarefa é generation, ASR, VC, understanding ou alignment?
  4. Backbone é AR, diffusion, flow, CTC, transducer ou seq2seq?
  5. Há speaker/prosody conditioning?
  6. É streaming?
  7. Qual chunk/lookahead?
  8. Qual estado persistente?
  9. Qual RTF e first-packet/first-transcript latency?
  10. Qual métrica: WER, MOS, FAD, similarity, alignment?
  11. O transcript captura tudo que a aplicação precisa?
  12. Qual custo por segundo de áudio?

Referências adicionais

  • Qwen3-ASR Technical Report — https://arxiv.org/abs/2601.21337
  • Speech-XL: Long-Form Speech Understanding — https://arxiv.org/abs/2602.05373
  • Fine-Grained Multi-Dimensional Speech Understanding — https://arxiv.org/abs/2605.12036